Grupo 1: Elementos
Grupo 3: Bemcapaz
Grupo 4: aCANHAas
Grupo 5: Chatas de Galocha
segunda-feira, 2 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Oficina de colagem e fotomontagem
Atualmente, projetos arquitetônicos e urbanos têm sido largamente representados através de desenhos técnicos e maquetes eletrônicas, elaborados com ferramental de AutoCAD, SIG, 3D StudioMax, Google SketchUp, Corel Draw, etc. As técnicas de colagem e fotomontagem para representação e conceituação de projetos e espaços urbanos e de arquitetura são utilizadas há várias décadas, muito antes da difusão de computadores pessoais, como o exemplo da Figura 1, de 1919.
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| Figura 1: fotomontagem com colagem de edifício ao fundo da imagem (projeto de Mies van der Rohe, Berlim, 1919). |
Mesmo com o uso do computador e de softwares especialistas para edição de desenhos e imagens, a colagem e fotomontagem se mantém como técnica de representação e expressão gráfica. Diante disso, foi realizada (no dia 20 de abril) uma oficina de Adobe Photoshop CS5, proposta como atividade coletiva, na qual alunos e professores pudessem trocar conhecimentos sobre o uso do software e contribuir para difusão da técnica no conteúdo da disciplina. Abaixo estão links para acesso ao material (com dicas de ferramentas básicas) apresentado em aula e para a bibliografia sugerida para suporte do conteúdo:
→ Aula: Oficina de fotomontagem: Adobe Photoshop (apresentação em PPT)
→ CANTRELL, B.; MICHAELS, W. Digital drawing for Landscape Architecture: contemporary techniques and tools for digital representation in site design. New Jersey, EUA: John Wiley & Sons, 2010.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Apresentação do Levantamento Urbano
Para as aulas dos dias 12 e 19 de abril, foi proposta uma apresentação dos resultados da etapa de levantamento urbano, realizados através das visitas a Arroio Grande e analises nos dados do SIG da cidade. Para isso a turma foi dividida em 5 grupos de acordo com os temas: toponímia e evolução urbana, população e sociedade, ambiente natural, infra-estrutura e sistema viário, e uso do solo. Foi proposto, também, a criação de um blog para cada grupo, que podem ser acessados para mais informações. Mostraremos abaixo, um resumo das conclusões de cada grupo:
Arroio Grande foi historicamente um polo concentrador de pessoas vindas da área rural. Sua economia é marcada pelo cultivo de arroz, que tornou a cidade rica, porém a renda é mal distribuida. O PIB da cidade é alto, mas a renda familiar é baixa. Em relação a evolução urbana o centro histórico é a área mais preservada e privilegiada. Já a periferia encontra-se excluída, sem conexões relevantes com a zona central. Caba a nós buscar centalidades periféricas que agregam valora a esta região e estimulem sua valorizção. Nota-se que há um eixo principal na organização da cidade, este eixo marca duas situações, um vetor para a zona norte e outro para a BR, o que pode nos indicar uma hipótese de crescimento para a cidade.
2.População e Sociedade - Grupo Soluções
O grupo apresentou índices de renda, concentrações demográficas, densidades, evolução da cidade. Levando em consideração os gráficos de prognóstico de crescimento urbano constatou-se que, embora a cidade seja pequena, apresenta positivos índices de crescimento populacional ao longo dos anos. Em relação a distribuição de renda os gráficos mostram que há uma grande concentração, visto que áreas de grande extensão de terra e com baixa densidade demográfica estão concentrando maior parte do PIB da cidade. Ou seja, a cidade é rica, mas o dinheiro está concentrado nas mãos de poucos.
A análise do ambiente natural deve servir como ponto norteador para as previsões de expansão urbana, na busca de um projeto sustentável e em equilíbrio. O grupo mostrou as divisões das bacias hidrográficas da região e como elas devem ser analisadas para a realização do projeto. Viu-se que os divisores de águas, áreas entre nascentes, são locais de grande potencial de crescimento. A delimitação das bacias serve de ferramenta para delimitação do sistema viário da cidade e indicam os locais propícios à expansão urbana. Na análise da vegetação nota-se que a maior parte da cidade é coberta por campos abertos e algumas áreas alagáveis, como na orla do arroio, que é contornado pela mata nativa. Em alguns pontos isolados encontra-se mata nativa e em outros mata plantada. Mostrou-se que a cidade tem pouca declividade e as maiores altitudes estão na zona norte.
1. Toponímia e Evolução Urbana - Grupo Elementos
Arroio Grande foi historicamente um polo concentrador de pessoas vindas da área rural. Sua economia é marcada pelo cultivo de arroz, que tornou a cidade rica, porém a renda é mal distribuida. O PIB da cidade é alto, mas a renda familiar é baixa. Em relação a evolução urbana o centro histórico é a área mais preservada e privilegiada. Já a periferia encontra-se excluída, sem conexões relevantes com a zona central. Caba a nós buscar centalidades periféricas que agregam valora a esta região e estimulem sua valorizção. Nota-se que há um eixo principal na organização da cidade, este eixo marca duas situações, um vetor para a zona norte e outro para a BR, o que pode nos indicar uma hipótese de crescimento para a cidade.
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| Evolução urbana + Toponímia. |
2.População e Sociedade - Grupo Soluções
O grupo apresentou índices de renda, concentrações demográficas, densidades, evolução da cidade. Levando em consideração os gráficos de prognóstico de crescimento urbano constatou-se que, embora a cidade seja pequena, apresenta positivos índices de crescimento populacional ao longo dos anos. Em relação a distribuição de renda os gráficos mostram que há uma grande concentração, visto que áreas de grande extensão de terra e com baixa densidade demográfica estão concentrando maior parte do PIB da cidade. Ou seja, a cidade é rica, mas o dinheiro está concentrado nas mãos de poucos.
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| Relação renda média do setor censitário x densidade do setor censitário |
3. Ambiente Natural - Grupo Bemcapaz
A análise do ambiente natural deve servir como ponto norteador para as previsões de expansão urbana, na busca de um projeto sustentável e em equilíbrio. O grupo mostrou as divisões das bacias hidrográficas da região e como elas devem ser analisadas para a realização do projeto. Viu-se que os divisores de águas, áreas entre nascentes, são locais de grande potencial de crescimento. A delimitação das bacias serve de ferramenta para delimitação do sistema viário da cidade e indicam os locais propícios à expansão urbana. Na análise da vegetação nota-se que a maior parte da cidade é coberta por campos abertos e algumas áreas alagáveis, como na orla do arroio, que é contornado pela mata nativa. Em alguns pontos isolados encontra-se mata nativa e em outros mata plantada. Mostrou-se que a cidade tem pouca declividade e as maiores altitudes estão na zona norte.
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| Mosaico ambiental + Curvas de nível da topografia + Sub-bacias hidrográficas e linhas de drenagem + Áreas alagáveis + Eixos viários |
4. Infraestrutura e Sistema Viário - Grupo aCANHAdas
Arroio Grande tem uma organização radial, em relação aos fluxos, mas, em contraponto, uma organização mais concêntrica da infraestrutura, como as redes de esgoto, a padronização dos pavimentos, ítens que são mais estruturados na área central da cidade. O sistema viário é composto por três avenidas principais, que formam um eixo de ligação do centro à BR e à cidade de Herval, essas têm características mais semelhantes. As demais ruas não apresentam uma hierarquia visível e estão sem padronização, encontrou-se diversos tipos de pavimentações como pedra irregular, saibro, paralelepípedo, asfalto, blocos de concreto e nota-se uma mudança brusca entre eles.
5. Uso do Solo - Grupo Chatas de Galocha
Para a análise do uso do solo fez-se uma relação entre fatores como: localização, infraestrutura e equipamentos. O custo mais elevado do solo está na área central, porque é onde se reúne as melhores qualidades, é a área histórica composta pela maioria dos equipamentos urbanos, apresenta usos mistos, além de ser a zona mais homogênea e padronizada em relação à infraestrutura. Já as áreas mais distantes do centro, apesar de novas, são mais baratas, isso porque não mostram as mesmas condições que o centro da cidade, são áreas que tiveram um crescimento desordenado e sem planejamento. O grupo conclui que os órgãos públicos não demonstram grande interesse no planejamento do cresciment da cidade. Que se deu, até agora, espontaneamente e sem preocupação com a valorização das áreas. Viu-se, também, que outro fator articulador do custo do solo é a altitude do local, as zonas mais altas da cidade estão mais valorizadas que as mais baixas, já que essas são áreas com risco de alagamento.
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| Gif animado com a sobreposição dos mapas de Uso do solo, Custo do solo e Equipamentos comunitários. |
Conclui-se que Arroio Grande está pedindo focos de interesse que levem a Prefeitura a investir e valorizar aquelas áreas que cresceram sem planejamento, mas por necessidade.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Oficina de construção de bacias
A cidade é possivelmente a obra humana que causa maior impacto na natureza e, sendo assim, a minimização desses impactos, de forma a agregar qualidade, tanto para a vida humana, quanto para o meio ambiente natural, torna-se requisito essencial em projetos e propostas urbanas (e arquitetônicas). Considerar atributos naturais na confecção dos projetos, tais como linhas de drenagem naturais e divisores de águas, adequando a cidade ao entorno e contexto que a circunda, tem sido visto com bons olhos pelo Urbanismo contemporâneo.
Dinte disso, a demarcação de sub-bacias hidrográficas e o traçado das linhas de drenagem, que permitem auxiliar o profissional arquiteto e urbanista em suas decisões projetuais, foi objeto de oficina elaborada pelo mestrando Marcus Saraiva (PROGRAU) e pela graduanda Renata Vieira (FAUrb), que se basearam no tutorial abaixo para elaboração do material de aula:
→ LOPES, Luís. Tutorial para extração de linhas de drenagem e demarcação de bacias.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Unidade 1 - Levantamento: saída de campo [3]
Ontem, 05/abr/2011, a turma 2011-1 de P9 fez a terceira e última saída de campo para a etapa de levantamentos.
No turno da manhã, foram efetuadas [se necessária] complementações dos levantamentos anteriores, bem como fotografias panorâmicas do sistema viário da cidade de Arroio Grande. As fotografias panorâmicas [das vias locais, coletoras, arteriais e estradas, assim como dos variados cruzamentos entre elas] irão subsidiar a avaliação da Unidade II, correspondendo as propostas para o sistema intraurbano.
No turno da tarde, numa "indiada" de forma mais livre, a turma percorreu a zona rural da cidade em busca da Ponte Mauá e da Vila de Santa Isabel.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Oficina de vídeos
A disciplina de Projeto 9 da FAUrb-UFPel tem utilizado, há alguns anos, a representação dos levantamentos (apreensão do espaço) e projetos através de produções audiovisuais. Esse tipo de linguagem, próxima do cinema ou do vídeo-clipe, ainda que de forma amadora, possibilita a inclusão de maior liberdade na expressão artística e criativa da sensibilidade, da poética, do discurso, da crítica, do humor, etc., nas apresentações dos alunos e futuros arquitetos e urbanistas, bem como a insersão da dinâmica e da tridimensionalidade na representação de projetos e propostas.
Abaixo estão links para download do material apresentado em aula, com dicas sobre montagem e edição de vídeo, assim como um tutorial para o uso do software Sony Vegas:
→ Tutorial do Sony Vegas 8.0, em português
Exemplo de vídeo realizado por estudantes do P9, em outra localidade por onde a disciplina já passou:
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Unidade 1 - Levantamento: saída de campo [2]
Na última terça-feira, 29/mar/2011, a turma 2011-1 de P9 fez a segunda saída de campo, dessa vez para levantamento da estrutura da paisagem, com ênfase no entorno do arroio "Arroio Grande". Os registros em fotografias, vídeos, croquis, anotações, etc., também serão sintetizados em filmes, juntamente com o levantamento da semana anterior (estrutura interna da cidade e suas bordas), e farão parte da avaliação na Unidade 1.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Unidade 1 - Levantamento: saída de campo
Ontem, 22/mar/2011, a turma 2011-1 de P9 fez sua primeira saída de campo para reconhecimento da cidade de Arroio Grande, RS. Os registros em fotografias, vídeos, entrevistas, anotações, etc., serão sintetizados em filmes e farão parte da avaliação na Unidade 1, com apresentação no próximo mês.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Unidade 4 - Apresentação final: síntese em vídeo
Grupo 1 - Desculpaeh
Grupo 2 - Grupo de Pijama
Grupo 3 - Gurias
Grupo 4 - Scorpions
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segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Unidade 1 - Levantamento: percepção da cidade
Grupo 1 - Desculpaeh
Grupo 2 - Grupo de Pijama
Grupo 3 - Gurias
em construção...
Apresentações em PowerPoint:
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